Depois de cinco meses de negociação com Sindicato Patronal os comerciários continuam sem reajuste. A categoria tem sua data base em 1º de setembro e mais de 10 mil trabalhadores na cidade.

Segundo o presidente do Sindicato dos Comerciários Mário Herrera o impasse acontece por intransigência dos patrões. “O representante dos patrões não aceitam assinar uma Convenção Coletiva que valorize o trabalhador garantindo direitos e um reajuste digno. Estamos aqui no Sindicato para conquistar e garantir direitos e reajuste digno a família comerciária”.

Um dos pontos do impasse informou Herrera se deve a flexibilização das leis. “O setor patronal quer rasgar a Lei d os comerciários. Trabalhar mais e ganhar menos é isso que o patronal sempre busca e isso não aceitamos”.
“O Sindicato Patronal tem que aceitar que a Convenção coletiva é beneficio do trabalhador e não do patrão”, desabafou Herrera.

Herrera explicou ainda, que essa atitude de não assinar a Convenção Coletiva do setor patronal gera um prejuízo para as empresas e prejudica o trabalhador. “As empresas terão que pagar todas as diferenças salariais desde setembro de 2018 até a assinatura. O Sindicato patronal prejudica assim as empresas e os trabalhadores”.

“É só o Sindicato Patronal manter a as cláusulas da Convenção do ano anterior e aplicar um reajuste digno e assinar a Convenção. Eles não tem que ficar inventando cláusula nova ou tentando mudar as que estão funcionando”, desabafou Herrera.

Herrera explicou que vai a justiça. “Entraremos com processo de dissídio coletivo para garantir direitos e conquistar reajuste digno já que Sindicato patronal se recusa a assinar uma Convenção Coletiva que beneficie o trabalhador comerciário”.

Maiores informações no telefone (14)3413-1059 ou no Sindicato na Rua Catanduva nº140.